Uma obra maravilhosa chamada Resident Evil 2
A data é 22 de Março de 1996, sexta-feira (1 dia antes de eu completar 1 aninho de vida), um carinha chamado Shinji Mikami criou um jogo de terror de câmera fixa e com controle tank, no qual você deveria resolver puzzles, ler diversos files (arquivos, pra quem não manja dos ingrêix) para entender a lore/história e os acontecimentos no local onde o jogo se passa (que no caso é uma mansão), com um sistema de gameplay chamado Leva e trás, no qual você deve ir e voltar diversas vezes para os mesmos lugares a fim de resolver puzzles e abrir portas nas quais não podia antes, e isso acompanhado a um inventário limitadíssimos no qual deve ser gerenciado o tempo todo. E a exploração da mansão dá uma sensação de mundo semi aberto, já que existem muitos lugares que podem ser ignorados no game, e você deixa de pegar itens essenciais, e até mesmo armas que podem ser muito úteis em uma bossfight, principalmente no final.
E falando em bossfight, os inimigos são zumbis e armas biológicas, como uma cobra e sapos gigantes, por exemplo. E o boss final é um bicho de 3 metros e meio de altura que é mais feio que o chupa cabra quando acorda de manhã, no qual é morto por uma Rocket Launcher e você, junto com o seu esquadrão (os que sobreviveram) devem fugir da mansão porque ela vai explodir, e agora você vai rejogar o game com outro personagem para ver outra perspectiva da história.
O game foi um sucesso de vendas e críticas, e foi tão bem recebido que o 2º jogo já estava em desenvolvimento. Senhoras e senhores, bem vindos ao mundo de Resident Evil. Nesta análise falaremos a respeito de Resident Evil 2 somente, mas abordando os principais elementos que tornaram esta saga tão popular.
DESENVOLVEDORA: Capcom
PUBLICADORA: Capcom também
CRIADORES: Shinji Mikami e Hideki Kamiya
PLATAFORMAS: PSone, PC, Nintendo 64, DreamCast e Game.com
DATAS DE LANÇAMENTO: 21 de Janeiro de 1998 - PSone e DualShock Version.
1999 - Nintendo 64, PC e DreamCast
2003 - GameCube
2006 - PC (SourceNext)
2007 - PS3 (PlayStation Network)
PORÉEEEEEEEEEMMMMMMM.......Quando foi Fevereiro de 1997, a um mês antes do jogo ser lançado, e quando ele já estava com mais de 80% concluído, os produtores Shinji Mikami e Hideki Kamiya (Este que mais tarde criaria a saga Devil May Cry, que inclusive tem análise aqui no blog) viram que o jogo estava simplesmente UMA BOSTA. Segundo Mikami, o jogo não tinha nada do primeiro game do ano anterior, a delegacia é genérica e parece que foi tirada dos filmes de ação, igual do Exterminador do futuro 1, de 1984 por exemplo. E segundo o próprio Hideki Kamiya, o jogo tava uma merda mesmo, muito chato, história ruim, e fora que o jogo tinha ação demais, já que a gente tinha armas e equipamentos mais que o suficiente pra brincar de rambo e passar o rodo em todo mundo, eliminando o sentimento de Survival Horror e por aí vai. Mikami havia dito que as ideias isoladas eram muito boas, mas não funcionavam em conjunto. Com tudo isso, a apenas 1 mês do lançamento do game, ele foi CANCELADO, isso mesmo, esse Resident Evil que vocês acabaram de ler foi cancelado pela própria Capcom, e então a equipe resetou o desenvolvimento do jogo, reaproveitando poucas coisas da versão que já estava quase pronta. Esta versão BETA ficou conhecida como Resident Evil 1.5, e ela nunca viu a luz do dia.
Porém, com o reinício do desenvolvimento, poucas ideias foram mantidas, e 90% do jogo foi refeito. Agora, um dos personagens foi substituído, já que eles precisavam de um personagem que tivesse uma ligação com algum protagonista do primeiro jogo, para que os fãs se familiarizassem, e também que a lore fosse contada, além dos cenários serem todos retrabalhados. E então, no dia 21 de Janeiro de 1998, numa quarta feira, tivemos o verdadeiro Resident Evil 2 que conhecemos hoje.
30 de Setembro de 1998 (quarta-feira), Leon S. Kennedy, um policial novato em seu primeiro dia de trabalho, surge em Raccoon City já tendo que lidar com hordas de zumbis, e nessa brincadeira ele encontra Claire Redfield, uma universitária apaixonada por motos que está procurando pelo seu irmão, que desapareceu a 2 meses, período em que se passa RE1. (A única característica de Elza Walker que eles mantiveram foi a paixão de motos que a Claire tem, e ainda assim de forma menos intensa.)
Leon e Claire então chegam a delegacia de Raccoon City, já que era o destino inicial deles. Porém eles seguem caminhos separados, já que atrás deles havia um caminhoneiro protestanto o preço da gasolina e que acha normal ser mordido por um ser humano que literalmente tentou arrancar o braço dele fora.

Sim, o jogo já começa te jogando no meio do caos urbano, e tendo que ir correndo pra Delegacia, e driblando os zumbis que aparecem no caminho, ou matando-os caso você decida gastar munição para isso. Claire até encontra um sobrevivente, que é o Robert Kendo, mas o nosso tiozão não dura nem dois minutos e já virou a janta de vários zumbis.
Avançando por mais alguns minutos, Claire consegue chegar na delegacia, encontra com Marvin (Sim, o mesmo da versão beta) em processo de transformação de presunto defuntado já que ele virou amostra grátis de um zumbi. Mas Marvin revela a ela as coisas que aconteceram no primeiro jogo, e pede para Claire sair de lá o quanto antes, e a partir disso ela começa a descobrir aos poucos o paradeiro do seu irmão. Enquanto Leon consegue chegar na delegacia e também tenta descobrir o que está ocorrendo. Há mais coisas da história para comentar, mas já continuo a falar sobre.
Em Resident Evil, boa parte da lore é contada através de files que encontramos no jogo. É possível sim compreender a história do jogo apenas com os diálogos e cutscenes dos personagens, mas para que você possa ter uma total compreensão da trama, é necessário ler os files do jogo. Neles nós encontramos cartas de sobreviventes, dossiê de criaturas e vírus, e-mails e denúncias a respeito de outros personagens e etc. Sem os files você perde mais da metade da história que você precisa absorver, então larga de ser preguiçoso e vai ler files! Você fica vendo vídeo de gatinhos no instagram e Tik Tok mas tem preguiça de ler? Falo é nada.
É mais ou menos igual em Dark Souls, onde você precisa ler descrições de itens para captar a história do jogo, mas no caso de Resident Evil, é mais tranquilo nessa questão. Como o jogo é de 1998 então o idioma dele é inglês e japonês, mas nos dias de hoje é possível baixar uma versão traduzida para o PTBR e jogá-la em um emulador, que roda até em celular.
Leon, juntamente com Claire, chegam na delegacia a fim de procurar sobreviventes e também para que ele possa cumprir o seu dever como policial. Leon é um cara do bem, se preocupa com a segurança dos outros, é um cara honesto, honrado e justo.
A Sherry é a Ashley da Claire, já que a guria não consegue ficar 2 segundos longe dela que já borra as calças. Só faltou ela gritar ``CLAIREEEE HEEELP!!!´´.
Mas tudo bem, isso tudo é compreensível. Afinal, ela só tem 12 aninhos e está tendo que se virar sozinha no meio de um surto de zumbis, já que os seus próprios pais não estão nem aí pra ela. A Claire foi muito mais mãe pra ela (Tá vendo? Por isso que eu amo a Claire <3)
Ben Bertolucci: Ben é um jornalista que alega ter provas contra o chefe de polícia de Raccoon City. Ele estava prestes a denunciá-lo, mas o pobre Ben foi preso pelo mesmo antes que ele conseguisse reportá-lo. Ele é um dos personagens que encontramos ao jogarmos com Leon, e o mesmo engrandece o núcleo de Leon. Só que ele parece curtir ficar atrás das jaulas (talvez por motivos de segurança, já que eles estão num apocalipse Zumbi.
É sério, o cara fala da aparência dela com um tom meio pertubador, como se ele quisesse fazer coisas bizarras com ela, se é que você me entende.
Annete Birkin: É a mãe desnaturada da Sherry, e uma das pesquisadoras da Umbrella Corporation. Ela faz de tudo para proteger o trabalho dela e do marido, e tá cagando pra própria filha, apesar de ter ordenado que ela fosse pra Delegacia (No Remake é um pouco diferente isso, mas deixo pra falar depois). Annete aparece tanto na campanha de Leon quanto na de Claire.

Digimon, digitais, digimons são CAMPEÕES!

Há um outro personagem a falar, mas ele é tão único e foda que merece um tópico só pra ele, então daqui a pouco eu falo.
CENÁRIOS A E B/ LEON E CLAIRE
Mas calma, a parte mais legal eu ainda nem falei. Algumas escolhas que você faz no cenário A, vai interferir diretamente no cenário B do outro personagem. Por exemplo, haverá um momento do jogo em que, jogando com a Claire, você abrirá um armário na sala do arsenal, que contém uma Submetralhadora e uma pochete para aumentar o inventário.
Cara, na boa, isso na época devia ser uma coisa muito revolucionária. Tipo, imagina você, um adolescente dos anos 1990, em pleno ano de 1998 (eu tinha 3 anos na época, já que a pessoa que vos fala nasceu em 1995), você põe Resident evil 2 pra rodar no seu Psone lindo e maravilhoso, e aí você decide começar jogando o disco 2, Claire A. Aí vai e você se depara com a situação acima e pensa: ``Não, pera, será mesmo que isso vai interferir no disco 1?´´. E aí, você pega a Submetralhadora e deixa a pochete pro Leon. Você zera o jogo e troca para o disco 1, iniciando Leon B. Você chega nessa parte e PIMBA, TEMOS APENAS A POCHETE LÁ! A sua reação deve ser algo assim:
Para resumo da ópera, os cenários B de ambos os personagens complementam com os cenários A deles, e jogando os 4 você precisa ir montando a história na sua cabeça, para saber o que é correto ou não, o que é canônico ou não. Ou seja, você precisa botar a cachola pra funcionar. Eu acho isso simplesmente INCRÍVEL, e é algo que não vi em nenhum outro jogo, não só na saga Resident Evil, mas em qualquer outro. Mas calma que isso vai ficar ainda melhor, por que no cenário B nós temos ele, o grande fodedor dos fodedores, O OBLITERADOR DE BRIOCOS!!
Meu amigo, quando você iniciar a sua jornada no cenário B, prepare o seu ânus para se proteger de um armário chamado MR: X. O maluco é tipo o Kid Bengala, só que da Umbrella.
O lance dele é o seguinte: Depois dos acontecimentos de Resident Evil 1 (Que na lore, se passa em Julho de 1998), todas as provas para encriminar a Umbrella foram destruídas na mansão, e a Umbrella, já sabendo que existem testemunhas vivas para denunciá-la, decide enviar 6 armas biológicas em Raccoon City, essas armas biológicas são conhecidas como Tyrants, que são figuras altas e extremamente resistentes, com o propósito de caçar e matar qualquer testemunha viva, já que a Umbrella tá com o cu na mão de algum X9 dedurar ela. E é aí meu amigo que o Mr:X entra na brincadeira. Com os seus 2 metros e meio de pura imponência, ele intimida qualquer jogador novato (e até alguns veteranos também).
Poréeem, quando você sai da área na primeira vez, aparece uma cutscenezinha do Mr:X levantando do chão, e aí você volta pro local e PIMBA, ele não está mais ali. Sabe quando você vai enfrentar uma barata, mas ela some da sua vista e você não sabe mais onde ela está? É tipo isso, e agora você tem que lidar com um Tyrant grandão te perseguindo com fome de brioco por todo o jogo, e ele só será confrontado de vez no final, que aí sim ele vira um boss.
Sabe o que eu acho ainda mais daora nisso tudo? É que o boss final do Resident Evil 1 é um Tyrant também, só que aquele bichão feio era apenas um protótipo e você só o enfrentava no final do jogo. Agora você tem que lidar com uma versão aperfeiçoada dele te enchendo o raio do saco durante o jogo todo. Boa sorte (você vai precisar ehaeaheauehaueahe)
Para começar, o game tem um estilo de câmera fixa, isto é, a câmera fica 100% estática, e ela só muda na hora que você vai para um outro canto do cenário, mas ela fica paradinha, e te dando uma visão isométrica de todo o paranauê que está ali. Em áreas mais abertas, a câmera tente a fornecer uma visão mais ampla sobre o local, e em áreas estreitas, a câmera tenta mostrar o mínimo possível para dar tensão ao jogador, e nunca saber o que aguarda na próxima curva, ou na próxima porta a ser aberta.
Ao aparecer um inimigo, você deve posicionar o seu personagem a fim de alinhá-lo de maneira que ele esteja mirando no inimigo, e com uma câmera fixa e posicionada de outro ângulo, acaba dificultando um pouco na hora, fora que se você for correndo igual pobre pra pegar o ônibus a tempo, você pode virar para um corredor e se deparar com um zumbi te agarrando e dando um beijo na boca em você. Então vá com calma!
Mas não só de combate vive Resident Evil 2 (Na verdade quase todos os jogos da saga não se sustentam apenas nisso), o game é composto, principalmente, por leva e traz de itens, gerenciamento de inventário, puzzles e files. Vamos analisar cada um deles.
LEVA E TRAZ: O leva e traz, também conhecido como BACKTRACKING, é um elemento fundamental para a fórmula do sucesso de Resident Evil. Ele é nada mais e nada menos que você ir e vir de vários lugares, diversas vezes, para realizar um objetivo em específico. Por exemplo: Você vai passar pelo hall principal da delegacia várias vezes, mas sempre com algo diferente no inventário. Na primeira vez você vai para falar com o Marvin, depois você vai para outra sala, depois você vai voltar com uma chave que vai te permitir pegar um item que vai abrir uma porta em outro lugar, depois você vai voltar aqui com outro item que você pegou na sala que você saiu agora para que você possa abrir uma porta que estava trancada e por aí vai.
GERENCIAMENTO DE INVENTÁRIO: O fator citado acima está intimamente relacionado com este que falaremos agora. O inventário do jogo, tanto de Leon quanto de Claire é limitadíssimo, havendo apenas 8 slots para você guardar itens, e algumas armas ocupam 2 slots, o que complica ainda mais as coisas. Mas pelo menos não é igual ao RE1, onde jogar com o Chris te dá apenas 6 slots de inventário, ou seja, não dá pra carregar nada praticamente kkk.
Para ajudar, existem as item boxes, que são baús onde você guarda os itens que você coletou no jogo. Existem vários item boxes espalhados no jogo, mas os seus itens são transportados para todos eles. Por exemplo, se você guardar a escopeta dentro do baú que está no hall da delegacia, não se preocupe, você poderá pegar a escopeta de volta a partir de qualquer outro baú no jogo. Saiba bem o que você vai carregar, para evitar que você tenha de pegar um item e não ter espaço no inventário.
PUZZLES: Os famosos quebra-cabeças, aqueles enigmas espalhados no jogo que te botam pra pensar, para que você possa resolvê-los e avançar na história. Os Puzzles são uma parte fundamental para o escopo da franquia, e com RE2 não seria diferente.
Existem muitos jogos que possuem puzzles também, e uma das maiores referências é de um jogo que também lançou em 1998, The Legend of Zelda Ocarina of Time. Mas os de Resident tem uma pegada um pouco diferente, já que estamos em um clima de survival horror. Por exemplo, tem um em que você precisa posicionar duas estátuas para liberar uma jóia, que vai lhe dar uma chave. (Sim, a explicação ficou raza de propósito, para que você mesmo descubra ao jogar :D)
E não só de files, mas você pode também clicar em CHECK nos itens que estão no seu inventário para que você possa ter mais informações dos mesmos, assim como também dá pra checar objetos e coisas do cenário. Vai por mim, isso ajuda bastante.
ARSENAL
PISTOLAS: As pistolas são as armas básicas de qualquer Resident Evil. Armas de pequeno porte, fáceis de usarem e possuem munição em abundância no jogo. Porém, elas causam pouco dano, e é preferível que elas sejam usadas apenas nos zumbis normais e naqueles CACHORROS FILHOS DUMA PUTA QUE PULAM PRA CIMA DE VOCÊ DO NADA.
METRALHADORAS: Nesta categoria, temos as submetralhadoras e rifles de assalto também. São armas automáticas que causam bom dano e são ótimas para limpar um corredor ou uma sala cheia de inimigos, mas em RE 2 não há munição para elas ao longo do jogo, ou seja, a munição é o que tá na arma (contado em porcentagem) e acabou. Em RE2, temos duas armas desta categoria.
ESCOPETAS: São armas de cano longo que causam um bom dano, a munição é encontrada moderadamente no jogo, e são a melhor escolha para curta distância, já que elas podem matar vários inimigos juntos, e se mirar na cabeça, é 100% de chance de estourar os miolos do zumbi. Porém, elas não são muito efetivas a longa distância.
MAGNUNS: São pistolas com um poder de fogo muito alto, ou seja, são capazes de matar a maioria dos inimigos com um só disparo, além de causarem um bom estrago. Porém, a munição de Magnum é muito escassa no jogo, é quase como encontrar diamante. Só utilize na luta contra chefes.
LANÇADORES: Armas que disparam algum projétil especial, como lança-granadas ou lança-mísseis por exemplo.
OUTROS: Esta categoria é atribuída àquelas armas que você olha e pensa: ``Que foda, mas não sei aonde classifico essa porra kkkkk´´. Em RE2 temos duas armas desta categoria, e as duas pertencem a Claire. Abaixo vou apresentar a vocês as armas do jogo.
Existem outras categorias de armas também, como Rifles de precisão por exemplo, mas só existem em alguns jogos da saga, ou seja, aqui em RE2 não tem.
GM 79 (Lança-Granadas): A primeira arma que você provavelmente vai pegar com a Claire (Eu digo provavelmente porque graças ao leva e trás, dá pra você fazer várias coisas em ordens diferentes em cada jogada), já é logo esse trabucão que dispara 3 tipos de granadas: Incendiárias, de ácido e explosivas. As incendiárias são boas pra fazer churrasco de Ivys, as de ácido são boas pra derreter os Lickers, e as explosivas....elas explodem (DUUH)
Parece que com esta arma a Capcom já tinha Red Dead em mente e deu uma incorporada bem de leve em RE2 (Você sabia que foi a Capcom que criou a franquia Red Dead? Mas foi a Rockstar quem comprou os direitos depois e hoje temos Red Dead Redemption)
H&K VP70 Burst Fire mode (Pistola melhorada): É a mesma arma acima, só que com uma coronha que permite disparar rajadas de 3 tiros, fazendo a arma virar praticamente uma metralhadora. É muito útil, só que ela detona o seu estoque de munição. Essa arma é conhecida também como Matilda, já que ela retorna em RE4 com esse nome. E foi tão bem aceito que a própria Capcom adotou esse nome para ela nos jogos posteriores.
O legal de ter todas estas armas disponíveis, e ainda a Rocket Launcher e a Minigun infinitas, é que isso acaba contribuindo para o fator replay do jogo. A Capcom entende que a replayabilidade é importantíssima em um game, e desde muito tempo que ela consegue fazer isso muito bem. Você vai rejogar o game para liberar as armas mais poderosas e depois vai zerar de novo usando elas. Além disso, o leva e trás de itens permite que você jogue de muitas maneiras diferentes, já que você pode fazer diversas coisas na ordem que você preferir e em todas as gameplays. E sabe o que contribui ainda mais?
RANDOMIZER: É um modo de jogo que literalmente randomiza todos os itens do jogo. Tudo fica fora de lugar, todos os itens e equipamentos são coletados em lugares totalmente diferentes, e eu acho isso ó...GENIAL! Uma pena que a Capcom não trouxe isso para os RE mais recentes, é algo que só tem nos mais antigos mesmo.
A ambientação de Resident Evil 2 é simplesmente maravilhosa e marcante. Eu disse lá em cima, que Resident Evil 1.5, ou podemos chamá-lo de ``o antigo RE2´´, tinha uma delegacia completamente genérica, que parecia ter sido tirada de qualquer filme de ação famoso na época. Este foi um dos motivos de Resident Evil 2 ter sido reiniciado. A delegacia de RE2 é simplesmente maravilhosa, e ela é muito viva no sentido de que os cômodos estão o tempo todo falando com você. O clima do jogo se comunica contigo o tempo interio, e sempre há alguma coisa de importante para fazer nas áreas, e muitas delas se conectam de alguma maneira.
Você sente que ao virar a esquina, há algo lhe aguardando. Você sente que ao resolver um determinado puzzle, a porta de algum lugar irá se abrir. Somando isto com o Leva e trás, posso dizer que a delegacia, também conhecida como RPD (Raccoon Police Department), é muito mais viva e completa do que um monte de mundo aberto de jogo AAA que temos hoje em dia, e o remake desse jogo conseguiu deixá-la ainda melhor, mas falo mais sobre isso daqui a pouco.
A Delegacia é onde se passa a maior parte do jogo, mas uma pequena parte dele são nos esgotos, onde temos aquelas aranhas gigantes, e no laboratório da Umbrella, que funcionam da mesma maneira (Apesar do esgoto ser bem mais linear, mas tudo bem, já que é um trecho mais breve do jogo).
As músicas de chefes também são ótimas, mas sabem qual é a minha track favorita desse jogo?
A LUZ DE ESPERANÇA E AMOR NUM MUNDO DE TREVAS E MEDO
Leon é um policial em seu primeiro dia de trabalho, que tem um grande senso de honra e de justiça. Ele não hesita em ajudar os outros, e não hesitou ao erguer a sua mão para ajudar Claire no meio do caos que estava Raccoon City. Leon
Claire, na procura por seu irmão e conhecendo Sherry, ela transmite segurança e conforto para a garota, que tem apenas 12 anos de idade e estava a dias procurando pelos seus pais, e tomada pelo medo. Claire acabou sendo muito mais mãe para Sherry do que a própria Annete. E a preocupação que ela tem pelo seu irmão Chris é totalmente evidente nesse jogo, e em Code Verônica fica ainda mais evidente. Claire não hesita em ajudar quem precisa, ela é dona de um coração muito bondoso, e viu em Sherry alguém que precisava de ajuda, deixando a garota feliz.
Este é o tema de Resident Evil 2: O Amor. Leon e Claire trouxeram amor e esperança em um cenário domado pelo caos e pela ganância humana. Numa cidade onde as pessoas se transformaram, aqueles quem deveria protegê-las são, na verdade, os responsáveis por toda a desgraça ocorrida. O chefe de polícia Brian Irons, o homem que deveria cuidar da sua cidade como sua casa, na verdade acoberta a Umbrella e lucra em cima das mortes. William e Annete Birkin, aqueles quem deveriam criar medicamentos para cuidar das pessoas, criam um vírus mortal. Enquanto Leon e Claire, que não tem nada haver com a situação, simplesmente chegaram lá e transformaram tudo, tanto que tem um final feliz deles fugindo com a Sherry.
E é a partir daí que a gente fica puto com essas adaptações Live Action do Paul W. Anderson e daquela série nojenta da Netflix. Os caras além de não saberem fazer adaptações decentes, eles não sabem do que Resident Evil se trata. Não é sobre matar zumbis pra sobreviver, mas sim é sobre cooperação e amizade, é sobre pessoas boas ajudando umas as outras para trazer esperança num mundo devastado pela ganância e egoísmo. E também NÃO é sobre apocalipse Zumbi. Existe sim a ameaça bioterrorista no mundo, existem sim lugares que foram destruídos, mas o mundo continua de pé, a sociedade continua normal, e isso é uma das coisas que molda a fórmula da franquia, pois você nunca sabe aonde será o próximo ataque bioterrorista. Se você mete um apocalipse zumbi, com o planeta devastado e havendo apenas sobreviventes e zumbis, você mata essa parte da identidade da franquia.
Mas sabe o que é mais engraçado nos filmes do Paul W Anderson? (Além do fato da Alice ser overpower), é que o mundo acabou, não tem mais sociedade, só existem sobreviventes lutando contra zumbis, mas MESMO ASSIM a Umbrella continua produzindo diferentes tipos de vírus para vender. Tipo, mano, o mundo acabou, quem é que vai comprar os vírus? HEAUEHASIAHEAUEHAE.
Mano, olha a cara de safado desse Wesker, parece que ele tá com roupa de dominatrix HEAUEAHEUAE.
O modo Extreme Battle traz 4 personagens jogáveis: Leon, Claire, Ada e Chris (protagonista do 1º jogo). Neste modo, você começa no laboratório e deve recuperar 4 bombas para acabar com a infecção de
Não sei quem, mas alguém na Capcom fumou umas boas toneladas de baseado Argentino e achou que seria uma ótima ideia trazer um modo de jogo onde você joga com um queijo suíço, o To-Fu sobrevivente. E essa pessoa tava certa, porque realmente foi uma boa ideia e eu adorei OEAHEAOEAHEA. É igual o 4º sobrevivente, só que você joga com um queijo suíço.
De todo modo, são ótimos modos de jogo e prolongam a vida útil do jogo, que já era alta por si só.
Na real não há muito o que dizer sobre isso, então vou dar uma pincelada rápida só pra não passar em branco.
RE2 teve muitas versões, e no mesmo ano, em 1998, foi lançada a DualShock Version para Psone, que tem suporte ao analógico e adiciona os modos de jogo citados acima. Além de trazer também o Arranged mode com a dificuldade Rokie, que é voltada pra quem é super noob da franquia huehueuu.
Também recebeu versões de DreamCast, PC (Uma em 1999, na versão Platinum, e outra em 2006, pela SourceNext, esta tem suporte a mods), Nintendo 64, Nintendo GameCube e pasmem, até pro Game.com, sim, o console falido da Tiger.
Na versão de Nintendo 64, além de ter uma resolução levemente superior, é possível jogar tanto com Leon quanto com Claire em um único cartucho, ou seja, sem necessidade de trocá-lo. Porém, isso custou o Extreme Battle desta versão :(
E a edição de Game.Com é toda zoada por conta da limitação do console. O jogo é todo em preto e branco, é 8 bits e tem só a parte do Leon. A campanha da Claire estaria em desenvolvimento também, mas devido ao fracasso do console, o desenvolvimento do segmento dela foi cancelado.
Para começar, o jogo foi anunciado em 2015 pela própria Capcom, mas ele só ganhou o seu primeiro trailer em Junho de 2018, na E3 daquele ano, e já com data de lançamento: 25 de Janeiro de 2019 (Sexta). Embora a Capcom sempre se refira a esse jogo como uma reimaginação, ele não deixa de ser um remake, já que ele traz de volta a experiência de RE2 de 1998 para os dias atuais, ainda que reimaginado. Eu falo isso porque tem gente que é chata que fica de mimimi falando ``Aiin mas a Capcom NUNCA falou que é remake, é uma reimaginação, não tem nada a ver.´´. Mas enfim, o jogo foi todinho feito na RE Engine, que na minha opinião é uma das melhores engines que existem na indústria hoje. Sério, eu sou uma BITCH dessa Engine.
Gente, sério, olha a Claire como ela tá perfeita! Ela é muito o meu docinho de coco S2. Foi nesse jogo que eu conheci ela melhor e passei a considerá-la a minha personagem favorita dos games, e eu vou explicar isso melhor jajá.
A história é basicamente a mesma do jogo original: Leon é um policial novato
Eu tenho um arsenal de motivos para elogiar esse remake e dizer o quanto eu o amo. Mas antes de começar a rasgá-lo de elogios, primeiro eu vou dar um esporro nele porque eu preciso apontar o ÚNICO PROBLEMA que ele tem. Diferente das minhas análises anteriores nas quais eu aponto erros que ninguém nota, esse erro em questão é algo que todo mundo reclamou e todo mundo concorda, então eu não sou o único.
PUTA QUE PARIU CAPCOM, O QUE CARALHOS VOCÊ FEZ COM O CENÁRIO B DESSE JOGO????????
Mano, uma das coisas mais legais de RE2 é justamente esse lance dos cenários A e B de Leon e Claire, para você ver acontecimentos em perspectivas diferentes, e em ordens diferentes e ir montando a história na sua cabeça. As escolhas que você faz no cenário A interfere no B do outro personagem, além de que funcionam como complementos para a trama, trazendo muitas mudanças. Já no Remake a Capcom simplesmente cagou pra isso e transformou o cenário B em um ``tanto faz´´ dos personagens, que aqui é chamado de ``Segunda jornada´´, mas vamos chamá-lo de cenário B mesmo assim
As únicas mudanças do A para o B são que a gente começa o jogo na parte de trás da delegacia, o Marvin já virou zumbi, ALGUNS itens trocam de lugar, as resoluções de puzzles mudam, o Mr:X já está na delegacia te procurando, temos uma arminha nova e temos o final verdadeiro (pelo menos isso eles mantiveram).
Okay, não são tão poucas diferenças assim, mas comparado com o original de 1998, deixou muito a desejar, já que você percorre os mesmos caminhos do cenário A, mudando apenas um pouco a ordem das coisas. MAS CALMA que isso nem é tudo, Leon e Claire, mesmo no cenário A, eles passam EXATAMENTE PELOS MESMOS LUGARES, e enfrentam os mesmos chefes. O que muda no segmento deles são alguns lugares que eles passam, os personagens de cada núcleo (Ada e Ben para Leon e Sherry e Brian para Claire), as armas e o penúltimo boss (Do Leon é o Mr:X full putaço e da Claire é o Birkin digimon nível Mega). Tudo bem, tá certo que no original eles também fazem as mesmas coisas às vezes, mas lá isso é bem mais controlado, não foi feito de forma tão preguiçosa como ficou no Remake. E agora graças a essa incoerência das campanhas, a gente nem sabe mais o que é canônico ou não.
E o pior é que isso não é tudo. Enquanto no original Claire e Leon se comunicam pelo rádio de vez em quando, inclusive quando a Claire encontra a Sherry, no Remake, as interações dos dois são praticamente inexistentes. Os dois se conhecem no começo do jogo, chegam juntos na cidade e depois se separam. Na delegacia tem uma cutscene deles se encontrando e conversando (rola até um flerte nessa cena, tão fofinho <3) e depois disso os dois só vão se encontrar bem no final do jogo. Ou seja, eles passam o jogo todo sem nem se falarem. Você até encontra um file ou outro da Claire falando com o Leon e vice-versa, mas não é a mesma coisa.
Capcom, eu te amo, mas eu não vou passar pano pra isso não. Eu critico o que tem que criticar e elogio o que tem que elogiar, é simples assim! É apenas por esta razão que esse remake não foi perfeito. É uma falha gravíssima e espero que esse tipo de coisa nunca mais se repita para os próximos jogos. (Desconsiderem RE3 Remake)
Pois bem, agora que já critiquei o que tem que criticar, vamos começar a elogiar esse jogo maravilindo!
1: RE ENGINE: Começando pelo mais óbvio, o gráfico de RE2 é simplesmente absurdo de lindo. Graças a essa Engine, a Capcom consegue trazer imagens fotorrealistas dos jogos e assim aumentar a atmosfera dos mesmos. No caso do RE2 Remake, o terror dele está ainda mais insano que no original, com muito gore e uma atmosfera ainda mais aterrorizante. Mas não só de visual se sustenta uma engine, ela é uma das mais bem otimizadas que temos, além de trazer uma jogabilidade extremamente deliciosa e divertida. Gráficos realistas, gameplay gostosa, bem otimizado, modelos de personagens incríveis, sério, essa Engine é tudo <3
Já sobre as adições, a parte do esgoto está muito mais extensa e encorpada, tem muitos puzzles novos (Eu sinceramente acho a maioria dos puzzles do original bem meia boca, mas do remake são muito bons!), novas áreas, mais itens, muitos files novos, novas skins e uma complexidade maior na questão de puzzles e obtenção de certos itens também. E além disso, temos uma nova área no jogo, que é o orfanato, no trecho onde jogamos com a Sherry. Pra mim foi uma puta adição maravilhosa!
Em suma, o único corte realmente maléfico foi do cenário B dos personagens, sendo substituído por uma segunda jornada bem tanto faz, tendo apenas o final verdadeiro e uma arma nova como relevantes. Mas os demais cortes eu achei benéficos pro jogo, além das inúmeras novidades tragas.
3: PERSONAGENS MAIS BEM TRABALHADOS: Uma das melhores coisas que o Remake trouxe foi um desenvolvimento MUITO melhor de personagens. No original, a gente só conhecia de fato a maioria dos personagens apenas por files. Já no remake eles demonstram suas personalidades e emoções já nas cutscenes e diálogos. Eu poderia ficar um tempão aqui dizendo o quão mais bem trabalhado e humanizados estão os personagens, ao ponto de você sentir emoção com eles. Até mesmo o Ben, o jornalista que encontramos com o Leon, mesmo tendo um tempo de tela menor que no original, ainda assim ele causou mais impacto e relevância do que no jogo de 1998. Claro que isso não chega a nível The Last of Us da vida, mas também não tem a obrigação de ser. Falarei apenas da Claire com a Sherry e do
4: X GON GIVE IT TO YA, SÓ QUE MELHORADO: Se aquele Tyrant já dava medo no original, se prepara porque no remake o bicho tá muito mais assustador. Aqui ele aparece tanto no cenário A quanto no B, e aqui ele tá com muito mais cara de puto, de quem quer te deixar um oco no rabo. Você escuta os passos pesados dele na delegacia, você tranca o furebs a 7 chaves sempre que ele está por perto e você reza para ele não te encontrar. No original, ele avança pra cima de você lentamente, já no remake ele vem andando em passos largos com cara de quem quer violar o seu cu, e você tem que tomar uma decisão rápida. Só que aqui você não é recompensado por confrontá-lo, então caso você decida gastar sua munição contra ele, a única coisa que você vai ganhar é um tempinho pra poder fugir dele, enquanto ele estiver caído no chão. Okay, eu confesso que isso fez um pouco de falta no remake, mas não é algo que estragou a experiência.
Lembrem-se que todas as armas bônus do jogo podem ser jogadas tanto por Leon quanto por Claire. São 5 armas: Uma faca com durabilidade infinita (Acabei não falando, mas as facas se desgastam no remake, já que elas são bem mais úteis agora), uma Samurai Edge infinita, a LE5, a Minigun e claro, a Rocket Launcher. Todas com munição infinita.
Além destas armas, algumas que já existiam no jogo ficaram MUITO melhor no Remake, e é claro que eu estou falando delas:
E fora outras armas que receberam peças de upgrades também, com o lança-granadas da Claire, que agora dá pra acoplar uma coronha de ombro nele, por exemplo. Falando na Claire, o Lança-granadas dela no remake possui apenas projéteis de fogo e de ácido. Eu acredito que o explosivo foi tirado devido a adição das granadas de mão.
6: PÓLVORA: Uma mecânica que não existia no original e agora tem no Remake. É possível misturar diferentes tipos de pólvora (que existem 3 no jogo) para criar munições específicas de armas diferentes. Isso permite uma variedade maior de gameplay, já que você pode criar a munição que preferir. Por exemplo, se você quer fazer uma run em algum trecho do jogo mais avançado, dá pra você fazer só de Magnum ao misturar as pólvoras. Brabo demais!
Já no Remake a parada é em diferente. O ano é 2019, temos a RE Engine, e com isso podemos atirar em qualquer parte do inimigo que ele vai sofrer dano ali naquela parte. Por exemplo, se você atirar no braço com uma arma potente, o mesmo vai cair, se atirar nas pernas você estoura o joelho dele. Se atirar na barriga a caixa toráxica do zumbi é exposta. E com isso tudo em mente, em certos inimigos, como no Birkin digimon, você precisa atirar nos pontos fracos dele para matá-lo.
Mas em compensação, o modo 4º sobrevivente e Tofu estão muito melhores, principalmente pro Tofu, porque no original tínhamos apenas um Tofu jogável, que só tinha algumas facas e ervas. Já no Remake, temos CINCO tofus, cada um deles tendo seus próprios equipamentos. O meu favorito é o Konjac, que tem um lança-chamas e uma GM 79 com granadas incendiárias, ambas as armas já com upgrades. ADORO!!!
9: REFERÊNCIAS DO 1.5 E HOMENAGEM AO CLÁSSICO DE 1998: A essa altura do campeonato, todo mundo já sabe como foi Resident evil 1.5, e que pouco material foi reaproveitado para o jogo que mais tarde se tornaria o 2 que conhecemos hoje. Porém, no remake de 2019 a Capcom decidiu recuperar um pouco mais de recursos do 1.5, e um deles foi o traje da Elsa Walker, para ser usada como Skin para Claire. Diga-se de passagem, a Claire ficou ótima com essa skin (Pelo menos eu acho).
10: O AMOR ESTÁ NO AR!!!! Pera, como assim? Bom, no original de 1998, Leon se apaixona pela Ada, e a mesma diz que também está apaixonada por ele (embora eu ache que isso seja apenas manipulação dela). No remake é a mesma coisa, Leon vira gado da Ada, toma tiro por ela e o beijo foi mantido também. Maaaaaasss além de Ada, sabe quem também flerta com o Leon, só que de verdade, sem joguinho, sem mentirinha nem nada? Ela mesma, A CLARINHA CAMPO VERMELHO.
Se quiser ver mais coisas românticas desse casalsão, Veja esse vídeo mais cute cute >< S2
Junto com o 4, RE2 é o meu jogo favorito da franquia, o game que revolucionou o survival horror, com um fator replay absurdo, ambientação e trilha sonora marcantes e introduziu personagens que hoje são famosos e ícones da franquia. Não é atoa que a Claire é a minha personagem feminina favorita dos jogos, e Leon é o meu 2º personagem masculino favorito (Perdendo apenas para o Dante, de Devil May Cry). E o Remake, por mais que ele tenha errado gravemente na questão das campanhas dos personagens, ainda assim ele acerta muito mais do que erra, e consegue honrar o original de 1998.
Resident Evil 2, tanto o original quanto o Remake, são dois jogos espetaculares, um complementa com o outro, e faz com que seja um dos melhores jogos que já joguei na minha vida! Eu não consigo dar uma nota para jogos do Psone pra trás, mas o Remake eu dou facilmente um 9.5/10.
E só uma observação aqui antes de encerrar: Lembra quando eu falei lá em cima da versão da Game.Com de RE2? Então, é assim que o jogo foi lançado.

















































































Comentários
Postar um comentário